Abri a porta, assim de leve.
Quis fluir, quis entrar, eu dei passagem.
Só não contava que entrasse pra dentro de mim.
Então eu que tinha aberto a porta da casa, me enganei sabendo que a casa é o coração. Aquele que pensa!
Então depois que entrou, ficou ali, sentado na minha sala, tomando o meu café, e se fazia presente.
Eu como bom anfitrião,observei, dispensei a atenção necessária, pensando assim que como toda visita partiria.
Não partiu!
Ficou ali, no meu sofá, me fazendo ver. Eu pensei, penso, sigo pensando na minha visita. Que não sei como continua, a beber do meu café. Eu sumo de casa uns dias, volto e minha visita continua ali!
Assim leve,serena mas ali. Analisei minha visita, e agora descobri que quero que ele continue ali, ensaiei falar, mas não quis dizer. Então, texto me sirva você de mensageiro, diga que quero que minha desejada visita fiques, e que agora tome um café não mais a sós. Tome comigo, que atrevido me convido pra entrar!
Leonardo Amorin
Quis fluir, quis entrar, eu dei passagem.
Só não contava que entrasse pra dentro de mim.
Então eu que tinha aberto a porta da casa, me enganei sabendo que a casa é o coração. Aquele que pensa!
Então depois que entrou, ficou ali, sentado na minha sala, tomando o meu café, e se fazia presente.
Eu como bom anfitrião,observei, dispensei a atenção necessária, pensando assim que como toda visita partiria.
Não partiu!
Ficou ali, no meu sofá, me fazendo ver. Eu pensei, penso, sigo pensando na minha visita. Que não sei como continua, a beber do meu café. Eu sumo de casa uns dias, volto e minha visita continua ali!
Assim leve,serena mas ali. Analisei minha visita, e agora descobri que quero que ele continue ali, ensaiei falar, mas não quis dizer. Então, texto me sirva você de mensageiro, diga que quero que minha desejada visita fiques, e que agora tome um café não mais a sós. Tome comigo, que atrevido me convido pra entrar!
Leonardo Amorin
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